Centenário de Olímpio Cruz é comemorado na ABL O centenário do poeta Olímpio Cruz foi comemorado na noite de sábado 24 na sede da Academia Barra-Cordense de Letras com o lançamento do livro póstumo "Relatório Sertanejo". O presidente da ABL, Eurico Arruda, disse que a musa do poeta Olímpio Cruz era Barra do Corda: "O oxigênio dele era Barra do Corda." Segundo Nonato Cruz, filho do poeta Cruz, o livro póstumo é um registro da história de Barra do Corda desde Melo Uchoa em forma de poesia popular, o repente. Vários oradores revezaram-se nas homenagens, entre eles o poeta Francisco Brito, que antes de declamar o soneto 'Mãe' do poeta Cruz lamentou o atual estágio cultural da cidade. O secretário de Administração, Gael Lobão, rebateu dizendo que a cidade vive um renascimento cultural. Deu entender que a sede da ABL foi construída pela prefeitura. Cometeu um erro. O prédio da ABL foi um presente do empresário Raimundo Nonato Brasil, o Bita, e não da prefeitura. O professor Luís Carlos, representante da Arcádia Barra-Cordense observou que há necessidade que eventos culturais contemplem as escolas e reclamou a falta da juventude ao evento que classificou de exuberante. Na cerimônia que durou 3h, também falaram o escritor Mário Hélder, o ex-prefeito de Jenipapo, Chiquinho Almeida, o poeta Sidney Filho, a secretária de Cultura, Tâmara Pinto, a atriz Juraíza Bílio, que declamou uma poesia, o poeta repentista Assis Soares, e o professor Nonato Silva, que veio de Brasília especialmente ao evento e afirmou que Olímpio Cruz tem uma "altíssima obra". E completou: "Olímpio Cruz é o mundo". O poeta Olímpio Cruz, que faleceu em 1996, é o mais popular poeta entre os poetas barra-cordenses. *Fonte: TurmadaBarra.com
Escrito por Redação às 16h00
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